Um tempo perdido, um tempo pedido. E aceito por ambos. O medo de que o tempo não acabasse mais e a separação viesse vinha todas as noites para atormentar as lagrimas que teimavam em surgir nos cantos dos olhos.
Sai com uns amigos para esquecer um pouco, relaxar, sem ter de se preocupar com tudo. Coisa que foi boa já que fora uma das únicas noites sem molhar o travesseiro com a agua salgada que resolveu me esquecer daquele momento.
Mas no dia seguinte... O dia em que o reencontraria, estava com enjoos pelo nervosismo. Mas ele chegou e a casa estava vazia, conversamos, reclamamos, brincamos, tudo como da primeira vez. Quando não havia cobranças de nenhuma das partes e nos víamos por simples vontade de sentir um ao outro de perto. Os lábios se tocaram necessitadamente, mãos se tocando como se nunca tivessem se conhecido antes. Toques mais ousados, nervosismo. Tudo parecia novo. Menos a parte de um saber exatamente o que o outro queria, gostava. Primeiro dia em muitos sem uma única briga, primeiro dia em muitos em que nada além dos dois tinha importância.
Nenhum comentário:
Postar um comentário